Com muito amor, carinho, chá e oficinas... O Geração comemorou o Dia das avós assim. Foi uma tarde mágica... Confira as fotos!
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
O que é melhor...
Uma escola pequena ou grande?
Uma escola com número menor de alunos favorece a adaptação da criança na Educação Infantil. Para as pequenas, um espaço menor proporciona a sensação de proteção e ajuda na socialização e na formação de valores.
As singularidades são melhor observadas e trabalhadas. Há escolas grandes que mantém um espaço separado para a Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental.
Não há regra fixa sobre o momento de deixar a escola onde se começou a Educação Infantil - se na entrada da 1ª série ou antes. Os pais devem estar atentos para as condições e as necessidades de seu filho. Às vezes, a troca de escola ocorre pela ansiedade dos pais em querer antecipar os processos; e não pelo que a criança precisa.
Se a criança permanece na escola de Educação Infantil até o ano anterior ao ingresso no 1º ano, a escola deve fazer um trabalho de preparação para a mudança. Se a criança entrar com antecedência onde cursará o Ensino Fundamental, é preciso certificar-se de que a Educação Infantil oferecida ali respeita as características da sua faixa etária.
Caso a criança tenha continuado em uma escola menor no anos iniciais, pode ser bom provocar a troca para outra maior por volta da 5ª série, quando há uma mudança curricular - de um único professor para vários que ministram diferentes disciplinas.
Instituições maiores, com espaços amplos e maior número de pessoas, são importantes quando seu filho vai se tornando adolescente e precisa ampliar suas relações e sua noção de mundo.
Escute a opinião dele sobre o ambiente em que se sente melhor.
Você pode optar por matricular seu filho em uma escola na qual fique do berçário ao Ensino Médio, mas tenha sensibilidade para perceber que a criança, depois de um tempo, talvez não queira continuar naquela instituição.
Zero Hora - Quarta-Feira,03/09/2008
Uma escola com número menor de alunos favorece a adaptação da criança na Educação Infantil. Para as pequenas, um espaço menor proporciona a sensação de proteção e ajuda na socialização e na formação de valores.
As singularidades são melhor observadas e trabalhadas. Há escolas grandes que mantém um espaço separado para a Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental.
Não há regra fixa sobre o momento de deixar a escola onde se começou a Educação Infantil - se na entrada da 1ª série ou antes. Os pais devem estar atentos para as condições e as necessidades de seu filho. Às vezes, a troca de escola ocorre pela ansiedade dos pais em querer antecipar os processos; e não pelo que a criança precisa.
Se a criança permanece na escola de Educação Infantil até o ano anterior ao ingresso no 1º ano, a escola deve fazer um trabalho de preparação para a mudança. Se a criança entrar com antecedência onde cursará o Ensino Fundamental, é preciso certificar-se de que a Educação Infantil oferecida ali respeita as características da sua faixa etária.
Caso a criança tenha continuado em uma escola menor no anos iniciais, pode ser bom provocar a troca para outra maior por volta da 5ª série, quando há uma mudança curricular - de um único professor para vários que ministram diferentes disciplinas.
Instituições maiores, com espaços amplos e maior número de pessoas, são importantes quando seu filho vai se tornando adolescente e precisa ampliar suas relações e sua noção de mundo.
Escute a opinião dele sobre o ambiente em que se sente melhor.
Você pode optar por matricular seu filho em uma escola na qual fique do berçário ao Ensino Médio, mas tenha sensibilidade para perceber que a criança, depois de um tempo, talvez não queira continuar naquela instituição.
Zero Hora - Quarta-Feira,03/09/2008
Quem vai ficar com meu bebê?
Escrito por Cíntia Sperb
A gravidez é maravilhosa! Sonhos, expectativas e, principalmente, nosso bebê vai conosco para todos os lugares, sem incômodo algum. Pelo menos foi assim no meu caso.
Após o nascimento, aquele bebê lindinho, nosso, ou seja 'da mamãe', não pode mais nos acompanhar em todos os momentos. Tristeza! Como mãe preparada, educadora que lida com isso diariamente, tenho o discurso na ponta da língua: 'As crianças precisam de espaço, precisam interagir com as outras pessoas e com o ambiente'. Pena que o coração da mamãe fica perguntando quem inventou esta história. Deve ser alguém sem filhos ou um pai.
Acabada a licença-maternidade, ou mesmo antes disso, uma decisão importante é onde e com quem ficará o bebê. Esta decisão não é fácil. E justamente a convicção desta decisão implicará na adaptação do bebê na nova realidade. Caso a escolha seja por uma creche ou escola, a confiança dos pais será imediatamente transferida para o bebê.
Em todos os casos recentes que acompanhei, inclusive o meu, posso destacar que a adaptação dos bebês é extremamente tranquila quando os pais confiam e conhecem na proposta pedagógica da creche. Você não está deixando seu filho num local, pois você não pode ficar com ele. A ideia real é: você está incentivando o desenvolvimento humano de seu filho e também o seu.
Além disso, nestes casos, percebi que o desenvolvimento do bebê que vai numa creche com uma boa proposta pedagógica é muito maior do que o bebê que fica com babá, com avós, ou seja, outro adulto.
Quanto mais relações, maior seu desenvolvimento. Podemos dizer, então, que o desenvolvimento se dá através das relações.
É importante destacar que para o bebê interagir com este ambiente ou espaço, ela precisa percebê-lo em toda sua dimensão: física, funcional, temporal e das relações.
Assim, ela poderá se apropriar deste espaço.
Parece muito para um bebê, mas como pais e educadores podemos ter certeza de que todas as relações contribuirão para o desenvolvimento deste nosso amado ser humano. Pois é isto que desejamos para nossos filhos e alunos, que eles sejam humanos. E vale sempre lembrar: não é a quantidade de tempo que importa, mas a qualidade desses momentos!
CÍntia Sperb é especialista em Administração Escolar e coordenadora pedagógica do Colégio Sinodal Tiradentes de Campo Bom/RS.
A gravidez é maravilhosa! Sonhos, expectativas e, principalmente, nosso bebê vai conosco para todos os lugares, sem incômodo algum. Pelo menos foi assim no meu caso.
Após o nascimento, aquele bebê lindinho, nosso, ou seja 'da mamãe', não pode mais nos acompanhar em todos os momentos. Tristeza! Como mãe preparada, educadora que lida com isso diariamente, tenho o discurso na ponta da língua: 'As crianças precisam de espaço, precisam interagir com as outras pessoas e com o ambiente'. Pena que o coração da mamãe fica perguntando quem inventou esta história. Deve ser alguém sem filhos ou um pai.
Acabada a licença-maternidade, ou mesmo antes disso, uma decisão importante é onde e com quem ficará o bebê. Esta decisão não é fácil. E justamente a convicção desta decisão implicará na adaptação do bebê na nova realidade. Caso a escolha seja por uma creche ou escola, a confiança dos pais será imediatamente transferida para o bebê.
Em todos os casos recentes que acompanhei, inclusive o meu, posso destacar que a adaptação dos bebês é extremamente tranquila quando os pais confiam e conhecem na proposta pedagógica da creche. Você não está deixando seu filho num local, pois você não pode ficar com ele. A ideia real é: você está incentivando o desenvolvimento humano de seu filho e também o seu.
Além disso, nestes casos, percebi que o desenvolvimento do bebê que vai numa creche com uma boa proposta pedagógica é muito maior do que o bebê que fica com babá, com avós, ou seja, outro adulto.
Quanto mais relações, maior seu desenvolvimento. Podemos dizer, então, que o desenvolvimento se dá através das relações.
É importante destacar que para o bebê interagir com este ambiente ou espaço, ela precisa percebê-lo em toda sua dimensão: física, funcional, temporal e das relações.
Assim, ela poderá se apropriar deste espaço.
Parece muito para um bebê, mas como pais e educadores podemos ter certeza de que todas as relações contribuirão para o desenvolvimento deste nosso amado ser humano. Pois é isto que desejamos para nossos filhos e alunos, que eles sejam humanos. E vale sempre lembrar: não é a quantidade de tempo que importa, mas a qualidade desses momentos!
CÍntia Sperb é especialista em Administração Escolar e coordenadora pedagógica do Colégio Sinodal Tiradentes de Campo Bom/RS.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Dia dos Pais! Ag/09
Em comemoração ao Dia dos Pais o Geração 21 surpreendeu com um jantar numa churrascaria da cidade...TODOS foram com suas camisetas dos seus times do coração, com certeza foi uma festa!!
UM BRINDE!
Um Pai é alguém para se orgulhar, agradecer e especialmente,amar!
UM BRINDE!
Um Pai é alguém para se orgulhar, agradecer e especialmente,amar!
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